Histórico de versões
Como as versões são numeradas
O esquema é vANO.SEQUÊNCIA. O ano é o da publicação da versão, e a
sequência reinicia a cada ano.
Sobe de versão o que altera contagem, cobertura, critério ou o que a tela oferece. Cada assunto ganha o seu número, mesmo quando dois saem no mesmo dia: entrada que reúne assuntos distintos esconde o que mudou.
Cada item traz o rótulo do que ele é. Dados, quando a base muda. Cobertura, quando muda até onde ela chega, ou o que ela declara não alcançar. Correção, quando alguma coisa estava errada. Funcionalidade, quando a tela passa a oferecer o que não oferecia.
v2026.25 · 6 de setembro de 2026
Uma versão de método: o que a escala de redação alcança, e o que a plataforma escreve.
A medição da escrita passa a ler a plataforma inteira.
- Funcionalidade Entra a seção «Outras iniciativas», com as outras plataformas que adotam as mesmas práticas. Ela diz o que cada uma faz com os dados que publica, e por que elas se parecem: o sistema de desenho e o modelo de organização são compartilhados por decisão.
- Correção No telefone, abrir o menu leva a página até ele. A coluna de seções abre no fluxo do documento, e numa página longa, com a rolagem embaixo, ela abria fora da tela. Quem fecha o menu sem escolher seção volta ao lugar da leitura.
- Correção A colheita da prosa passa a ser por exclusão. Ela lia quatro blocos nomeados à mão e media 25.558 das 41.174 palavras que as rotas produzem; a seção de procedimentos estava inteira fora. Agora entra tudo, e o que sai da conta sai declarado.
- Correção Dezesseis trechos voltam ao registro da casa, nas três línguas.
v2026.24 · 4 de setembro de 2026
Uma versão de cobertura: o congresso inteiro, de 2005 a 2025, e a limpeza de texto que ela exigiu.
A base recuou às três primeiras edições: entraram 2005, 2007 e 2009.
- Cobertura São 306 trabalhos lidos dos CDs dos anais de 2005, 2007 e 2009, e com eles a base passa de 1.470 para 1.776 trabalhos e de oito para 11 edições. A série começa em 2005 e cobre o congresso inteiro. Como em 2011, essas edições não trazem afiliação institucional declarada, e por isso ficam fora de Instituições e de Geografia; elas contam em todo o resto.
- Correção O rosto da editora saiu do texto indexado. A primeira página de cada trabalho traz o nome dos anais, a sociedade, a cidade e o ISBN, e em algumas edições a citação do próprio trabalho. Esse bloco aparece uma vez só, e por isso escapava do corte por repetição, que exige a linha em três páginas. O nome da sociedade contém "design da informação", e sozinho punha o conceito em 100% dos trabalhos de quatro edições: a série do termo saía de 40,2% em 2005 e batia no teto em 2013, 2021 e 2025. Sem o rosto, ela vai de 40,2% a 71,6% e volta a ser leitura do que os trabalhos dizem. O corte é conservador, e onde a marca aparece sem o título do trabalho depois dela nada se corta.
- Dados As camadas interpretativas alcançaram as quatro edições em CD. A anatomia passou a cobrir os 1.776 trabalhos, a definição foi procurada no texto integral dos novos 306 e as abordagens chegaram à base inteira. Nas duas leituras dos 306 as passagens saíram da mesma sessão: na anatomia elas concordaram em 98% dos campos nucleares, contra 74% em 2011, e nas abordagens não divergiram em nenhuma linha. O número mais alto mede a proximidade entre as duas passagens, e fica declarado nas duas seções.
- Correção Seis afirmações da prosa foram refeitas, porque a série de onze edições as desmentiu. A posição situada saía "de um único trabalho em 2011" e sai de três trabalhos em 2005; design gráfico "recuava" e fica onde estava; design instrucional era "a queda mais acentuada" e é uma subida com pico em 2011; a inteligência artificial não estava "praticamente ausente até 2011", e sim presente em 9,3% dos trabalhos de 2005, quase sempre em referência estrangeira; a autoria única não era "um em cada cinco" na primeira edição, e sim metade dela; e a variação de ponta a ponta deixou de ser lida como volta ao ponto de partida.
- Correção O histórico de versões deixou de interpolar o agregado de hoje. Vinte e sete números de entradas antigas vinham do banco vigente, e por isso a entrada que registrava a passagem de 1.284 para 1.470 trabalhos passou a dizer 1.776 assim que a base cresceu. Cada um desses números foi escrito com o valor que tinha na versão que a entrada descreve, porque a entrada é registro do que era.
- Correção O campo de busca do Catálogo deixou de perder o foco durante a digitação. A marcação inteira da página era reescrita a cada tecla e injetada de uma vez, o que destruía o campo junto com o resto; um efeito devolvia o foco e o cursor logo depois, e na prática ele escapava de vez em quando. A página passou a sair em duas partes: a cabeça, que traz o campo, o botão de fixar, a chave do texto integral e os botões de baixar, muda apenas quando um desses controles muda; o resto, que traz as etiquetas, a listagem e a contagem, continua sendo reescrito a cada tecla. A contagem segue acompanhando a digitação.
- Funcionalidade Com duas etiquetas ou mais, um botão desfaz o recorte inteiro. Ele fica ao lado delas, e vai em grafite tracejado, e não no rosa do recorte: na cor das etiquetas, o clique que desfaz tudo pareceria o clique que desfaz uma. O que descreve como se procura fica de pé, porque não é etiqueta: a chave do texto integral, a ampliação entre línguas e a origem da volta. O mesmo botão entrou no Observatório da InfoDesign.
- Funcionalidade Os gráficos de coluna por edição passaram a trazer a cidade sob o número da edição e o ano. O rótulo saía numa linha só, e com onze edições ele não cabia no passo: o gráfico rotulava de duas em duas, e metade das colunas ficava sem identificação. O rótulo passou a ser empilhado, com a cidade num corpo menor e quebrada nos espaços quando precisa, de modo que a conta de quantos cabem saia da linha mais larga, e não da soma delas. Vale na Visão geral e na lâmina de cada pesquisador.
- Correção A tabela das edições voltou à forma direta, uma linha por edição. Ela ia transposta, com uma coluna por edição, e isso resolvia a largura enquanto eram sete ou oito; com onze, cada coluna ficou com cerca de sessenta pixels e o que cabia numa linha passou a quebrar em duas ou três, com "Rio de Janeiro" em três, o mês do período separado do dia, e a última coluna cortada pela borda. As dez medidas cabem em dez colunas, o texto longo fica em três delas, que não quebram, e a leitura passa a seguir uma edição do começo ao fim.
- Correção A autoria passou a sair em "Nome Sobrenome" nas duas plataformas, e a referência citada continua em "Sobrenome, Inicial". A base guarda a autoria em "Sobrenome, Nome", porque é a forma que ordena e que casa duas grafias da mesma pessoa, e a conversão passou a acontecer na saída. O painel que compara os dois acervos trazia as duas ordens na mesma frase, e ali a tipografia passava por diferença entre nomes que diferença não têm. A citação não entra nessa conversão: normalizar a entrada de referência falsificaria a fonte. Um conferidor em cada plataforma cobra as duas regras.
- Correção O painel de quem assina nos dois lugares passou à regra do observatório irmão. Cada coluna é o topo do seu acervo, com 25 nomes de cada lado, e a linha existe quando o nome está nas duas listas. Antes o recorte era feito em duas passagens, e nenhuma das colunas era o ranking do seu acervo: o leitor via alguém com dois trabalhos acima de outro com quatro que ficava de fora. A coluna do congresso passou a sair da tabela inteira de pesquisadores, de modo que o cinza da outra coluna signifique ausência do acervo, e não ausência do recorte.
- Correção Dois nomes saíam escritos duas vezes seguidas. O depósito de um trabalho de 2017 traz "Neves, José Jonatan, Neves, José Jonatan" e "Fernandes, Vanessa, Fernandes, Vanessa" no campo do autor. O defeito é do depósito, e a repetição exata é o que permite consertá-lo sem adivinhar: a regra só colapsa quando a segunda metade é igual à primeira e traz a vírgula do nome inteiro.
- Correção A citação recebida deixou de ser dividida pelo acervo inteiro. As quatro edições em CD não têm DOI, e por isso não têm registro no Crossref nem no OpenAlex: elas entravam na conta como zero citações, e esse zero é ausência de medida, e não ausência de citação. Com 492 trabalhos assim, a proporção de não citados subia a 86% e a correlação entre tamanho de equipe e citação recebida saía 0,014. Medindo só onde há registro, são 1.284 trabalhos, 80% sem citação e correlação de -0,051. A guarda já existia na autorreferência desde a entrada de 2011, e passou a valer também aqui.
- Cobertura Três seções passaram a dizer até onde alcançam. Campos declara que o OpenAlex só conhece o trabalho com DOI, e por isso lê 1.284 dos 1.776; Referências declara o mesmo para a citação recebida; e Eixos deixou de chamar 2007 e 2011 de uma edição só, porque as razões são diferentes: o CD de 2007 organiza os trabalhos num diretório único, sem divisão temática, e o de 2011 anuncia os eixos na abertura e não diz em qual deles cada trabalho entrou.
- Correção A sede de cada edição passou a sair dos anais, e não do depósito. O campo
event.locationdo Crossref trazia três formas ao mesmo tempo: a cidade com o país grudado, o estado no lugar da cidade em 2017, onde os anais imprimem Natal, e a cidade da editora no lugar da do congresso em 2015. Naquele ano os anais não declaram a sede em lugar nenhum, e o único "São Paulo" do rosto é o "São Paulo: Blucher" da citação, que é o endereço de quem imprime; os anais de 2013 trazem a mesma linha da editora e ainda assim imprimem Recife como sede, o que mostra que os dois campos são distintos. A sede de 2015 é Brasília, do registro da SBDI. As onze edições passam a sair em nome de cidade, sem país grudado. - Correção A leitura de Geografia dizia que cada região tem o seu máximo na edição sediada por ela. Em contagem isso nunca se sustentou: a edição de 2019 é grande o bastante para levar o pico de quatro das cinco regiões brasileiras. A frase passou a dizer o que a curva mostra, e a exceção é o Centro-Oeste, cujo máximo está em 2015, o ano em que o congresso foi a Brasília. O efeito de sede continua medido em proporção, no painel seguinte, e ganhou declaração que o cobra.
- Dados As quatro edições em CD passaram a declarar a cidade: São Paulo em 2005, Curitiba em 2007, Rio de Janeiro em 2009 e Florianópolis em 2011. Os discos de 2005 e 2007 trazem o programa apenas como imagem, ou não o trazem, e não declaram a cidade em texto; as duas vêm do registro da SBDI. As de 2009 e 2011 estavam no rosto dos próprios anais.
- Funcionalidade Os 306 trabalhos novos abrem em PDF, como os das demais edições. Os de 2005 e 2007 vêm um por arquivo no disco; os 93 de 2009 foram recortados do volume único de 834 páginas pelo intervalo de páginas de cada um, e cada recorte foi reaberto para conferir que o título do banco está na primeira página.
v2026.23 · 4 de setembro de 2026
Uma versão de busca: o mesmo conteúdo, alcançado pela palavra escrita.
Uma seção nova procura a palavra no conteúdo e devolve a passagem.
- Correção A caixa do nome de autor passou a ser a mesma nas três colunas do cânone, em Comparação. Este observatório escreve o autor citado em caixa alta, que é a forma da ABNT, e a revista escreve em caixa mista, que é a da APA, a norma que ela adota. A coluna vinda do agregado da irmã trazia a caixa de lá, e a tipografia passava por diferença entre nomes que diferença não têm. O ponto e a segunda inicial que a irmã escreve ficam onde estão, porque são informação dela sobre o nome. Um conferidor novo varre os nomes de autor citado a cada fechamento.
- Correção A exportação passou a devolver o mesmo arquivo a cada vez. Três listas desempatavam pela ordem em que a contagem tinha sido montada, que vem de conjuntos e muda a cada processo: os descritores comuns às duas casas, os conceitos e as ligações da rede de cocitação. Assim, cada fechamento produzia centenas de linhas de diferença sem que nada no banco tivesse mudado, e a conferência não tinha como separar o ruído da correção. O desempate passou a ser pelo nome.
- Funcionalidade Seção nova, Buscar, ao lado do Catálogo. Ali se recorta o acervo por dimensão, e a resposta é o trabalho; aqui se procura a palavra onde ela está escrita, e a resposta é a passagem. Um trabalho que diz a palavra dez vezes mostra até três lugares, e não uma linha só. A busca atravessa duas camadas com um campo único: o corpo dos trabalhos, que é o texto integral dos PDF, e a prosa das seções, que é o que a plataforma escreve sobre si. A primeira diz onde o assunto foi pesquisado, e a segunda, onde ele é explicado. A linguagem da consulta é a mesma do Catálogo, com os mesmos operadores.
- Funcionalidade A busca do Catálogo passou a ser aplicada por gesto, com Enter ou com o botão Fixar, ao lado do campo e da mesma altura dele. O verbo é o do que acontece: fixar põe de pé uma etiqueta do recorte, logo abaixo do campo, e o campo volta a ficar vazio, pronto para a etiqueta seguinte. Cada etiqueta estreita o recorte um pouco mais, e cada uma tira-se com um clique, sem desfazer as outras. Entre etiquetas o que liga é o E implícito da linguagem, e nunca um operador escrito; dentro de uma etiqueta os operadores continuam valendo, de modo que "cartaz OU pôster" fixa uma etiqueta só, com as duas alternativas, e "-digital" fixa uma etiqueta marcada, do que não pode aparecer. A busca era aplicada por pausa de digitação, e assim cada letra virava uma consulta e uma etiqueta: a etiqueta mudava sozinha no meio da palavra, dizendo primeiro "car", depois "cart", e uma etiqueta que ninguém pediu não declara o que está em vigor. Com os operadores o preço subiu, porque uma consulta pela metade tem outro sentido: "cartaz OU pôster" passava por "cartaz O", em que o O solto já é operador.
- Funcionalidade Buscar passou a alcançar todo o conteúdo do sítio, onde antes ficava no texto dos trabalhos e na prosa das seções. Além do texto integral e da prosa das seções, a mesma consulta corre sobre as entidades do acervo: quem assina, quem é citado, as instituições, os assuntos declarados e as edições. Cada achado leva ao recorte que o Catálogo ou a seção já sabia montar, de modo que quem chega com um nome na cabeça deixa de precisar saber em qual seletor ele mora. Os resultados vêm em categorias retráteis, com a contagem no título: fechar uma delas dá espaço às outras, e a categoria fechada continua dizendo quanto tem. Os trabalhos fecham a lista, porque eles são o objeto do Catálogo, que os recorta por dimensão e os exporta.
- Funcionalidade Sobre o projeto passou a trazer a equipe, com as quatro pessoas que assinam a plataforma, na ordem da autoria. Cada ficha diz o papel de quem assina, traz o resumo do currículo e leva ao Lattes, que é a fonte oficial e data cada afirmação. As instituições nomeadas são trajetória de quem assina. A seção passou também a declarar o vínculo com a SBDI: o Observatório é ação promovida pela Sociedade, e a equipe responde pela proposição, pela manutenção e pelas questões legais, com autonomia para conduzir o trabalho e prestação de contas à Diretoria.
- Funcionalidade A contagem e a listagem do Catálogo passaram a acompanhar a digitação. O que está escrito no campo entra como recorte antes de virar etiqueta, somado às etiquetas já fixadas e aos seletores em vigor, de modo que o número ao lado do campo mostra quantos trabalhos restariam se aquela palavra fosse fixada. O endereço só muda ao fixar, e por isso as etiquetas ficam paradas enquanto se escreve. Ao fixar, a palavra vira etiqueta e o campo se esvazia, como já era.
- Correção O botão de voltar ao topo pousava sobre o rodapé. Ele é fixo no canto inferior direito, e ao fim de uma página longa vinha parar em cima do elo do Instagram da sociedade: numa janela de 900 por 636 o botão ocupa 841 a 881 por 577 a 617, e o elo ocupa 854 a 878 por 565 a 589, de modo que ele cobria parte do ícone e recebia o clique que era para a rede. O botão passou a sumir quando o rodapé chega à tela, porque ali ele já cumpriu o que tinha para fazer, e o que está no pé é o que a sociedade publica.
- Correção O texto do corpo passou a ser dobrado com caminho rápido para ASCII. Para procurar "análise" em quem escreveu "analise", o texto é dobrado sem acento e sem caixa, guardando de onde veio cada caractere; normalizar caractere a caractere custava caro, e a busca transversal abre quarenta corpos de uma vez. O ASCII já está normalizado, e para ele basta baixar a caixa: a dobra ficou pouco mais de duas vezes mais rápida, e a busca inteira responde em cerca de um segundo depois que o índice está em memória.
v2026.22 · 4 de setembro de 2026
Uma versão de busca: o mesmo acervo, alcançado com precisão declarada.
A busca do Catálogo passou a aceitar operadores, e a procurar a palavra inteira.
- Funcionalidade A busca do Catálogo passou a procurar a palavra inteira. Antes ela procurava a sequência de letras, e quem escrevia "arte" recebia todo trabalho que dissesse "parte": eram 396 trabalhos contra os 84 que de fato tratam de arte. O plural continua tolerado, porque o descritor costuma estar nele, e por isso "cartaz" traz "cartazes". Quem quiser a raiz escreve o asterisco. Entram também a expressão entre aspas, o E implícito entre duas palavras, a alternativa por OU ou por barra vertical, e a exclusão por hífen. A sintaxe fica escrita na própria página, recolhida, com um exemplo por forma. É a linguagem que a plataforma Formação em Design no Brasil já usa.
- Funcionalidade A alternativa vale só em caixa alta, para que quem escreveu a palavra "ou" receba a palavra. Em português isso cobra um preço: "cartaz ou memória" é como se escreve, e sai como a conjunção das três palavras, que não casa em nada. Quando a busca não devolve nada e a consulta traz um "ou" em caixa baixa, a página oferece a consulta corrigida, escrita por extenso, para que aceitá-la seja um clique. O zero sem explicação não distingue o acervo que não tem daquilo que não foi lido.
- Correção Digitar no campo de busca do Catálogo tirava o foco de quem digitava, e com a busca no texto ligada chegava a comer as letras recém-escritas. A marcação inteira é reescrita a cada mudança da consulta, e o campo é destruído com ela; a reposição do cursor valia uma vez por remontagem, e passou a haver mais de uma. Ela vale agora a cada remontagem, acontece antes da pintura, e o que está escrito no campo prevalece sobre o que o endereço ainda traz, porque o endereço só recebe a consulta quando a pausa de digitação vence. Quem devolve o foco a outro lugar é o uso de outro controle.
- Correção O trecho do texto integral exibido sob o título pertencia ao trabalho, e não à consulta: quem procurava "cartaz" e depois "arte" via, sob o segundo resultado, a palavra do primeiro marcada. O trecho passou a ser lido de novo a cada consulta. A marca também respeita a palavra inteira, e sai no comprimento do que foi de fato encontrado, de modo que "cartazes" aparece marcado por inteiro para quem escreveu "cartaz". Adotou-se uma prova da busca, com 40 verificações sobre o acervo, que confere cada operador e as relações entre eles.
v2026.21 · 3 de setembro de 2026
Uma versão de leitura: a mesma base, alcançável por pergunta escrita.
Uma seção nova aceita pergunta em linguagem corrente sobre o acervo.
- Funcionalidade Seção nova, Perguntar, ao lado do Catálogo. Ali se procura por recorte, e aqui por pergunta escrita. A busca do que responde acontece no navegador de quem pergunta, sobre o mesmo arquivo que as seções desenham, e só o trecho encontrado viaja para o modelo. Assim, a resposta e o número da tela saem da mesma fonte. A seção leva o selo de leitura por modelo, porque a resposta é gerada e pode errar mesmo com o dado certo à frente.
- Dados Nove regras da casa viajam com a pergunta, porque o modelo não as adivinha: o acervo reúne dois congressos e a soma dos dois precisa ser declarada; nenhum ranking daqui é medida de mérito; a posição na assinatura não é ordem de liderança; a afiliação não existe na edição de 2011; e as três camadas lidas por modelo são leitura interpretativa, e não contagem de metadado. Adotou-se ainda uma prova da recuperação, com 27 verificações, de modo a que uma pergunta que a base responde não volte sem dado depois de uma reexportação.
v2026.20 · 3 de setembro de 2026
Uma versão de método: o registro do texto deixa de depender de julgamento a cada revisão.
A prosa do sítio passou a ser medida contra um padrão declarado.
- Dados A prosa visível das 29 rotas passou a ser medida contra um padrão de redação declarado, e não contra preferência. Foram conferidos sete traços de registro, entre eles a voz impessoal, a partícula -se, a abertura de frase por conectivo e a decisão acompanhada da finalidade. Adotou-se essa medição como passo do fechamento, de modo a que uma revisão futura não desfaça o registro sem que nada acuse.
- Correção Nesse levantamento foram encontradas nove construções por antítese, do tipo que nega para depois afirmar, e um verbo de descoberta atribuído a um gráfico. Todas foram reescritas com conectivo de contraste, nas três línguas. Assim, o texto passou a marcar a oposição pela conjunção, e não pela negativa.
v2026.19 · 2 de setembro de 2026
Uma versão de redação: o apelido da casa sai, e entra a palavra que a análise de conteúdo já usa.
O português deixou de dizer régua e passou a dizer rubrica.
- Correção AS CAMADAS INTERPRETATIVAS SÃO LIDAS SOB UM TEXTO ESCRITO ANTES DA LEITURA, que diz o que registrar em cada campo e o que fazer quando o trabalho não responde. O inglês deste sítio já chamava esse texto de rubric e o espanhol já dizia pauta; só o português trazia régua, palavra inventada aqui, em cinquenta e um lugares e sem apresentação em nenhum. A abertura de Procedimentos passou a apresentar o termo. As âncoras dos elos ficam como estavam, porque endereço publicado não muda de destino.
v2026.18 · 6 de agosto de 2026
Uma versão de correção: o que estoura a largura, no iPhone, encolhe a página inteira.
No telefone, a página deixou de nascer com o zoom errado.
- Correção No Safari do iPhone, o que é mais largo que a tela não vira barra de rolagem: o navegador alarga a área de desenho até caber o conteúdo, e a página inteira nasce reduzida. Três causas foram corrigidas. A defesa que desliga o aumento automático de texto do Safari tinha saído junto com a biblioteca de estilo removida na v2026.10, e voltou declarada na folha própria. Em Procedimentos, o exemplo das colunas do arquivo exportado media 582 pixels numa tela de 375 e empurrava a página; ele passou a rolar dentro da própria caixa, como as tabelas ao lado. E endereço longo dentro de elo passou a poder quebrar.
- Dados Um conferidor novo guarda a largura na rotina de fechamento. Ele não abre navegador, e por isso não mede desenho: procura a forma que estoura, que é tabela fora de contêiner que role, e lê a própria folha para exigir que as três defesas gerais continuem declaradas. A segunda metade é a que importa, porque a defesa que se perdeu não se perdeu por descuido de marcação, e sim numa limpeza que tirou o arquivo onde ela morava. Ele cobre as 29 rotas, entre elas Procedimentos, Abordagens e Cruzamentos, que não estavam na lista de nenhum dos outros seis conferidores.
v2026.17 · 6 de agosto de 2026
Uma versão de correção: o recorte deixa de ser lido como troca de página.
Buscar no Catálogo deixou de levar a página ao topo.
- Correção Digitar na busca do Catálogo saltava a listagem para o alto. A consulta vai para o endereço depois de uma pausa de digitação, e cada gravação era lida pelo roteador como troca de página, que é o que ele reposiciona no topo. No telefone o efeito era o pior possível: a pausa vencia no meio da palavra e quem estava lendo perdia o lugar sem ter pedido nada. Filtrar não é mudar de página, e a posição de leitura passa a ficar onde estava. Vale também para os seletores de recorte, que gravam a consulta pelo mesmo caminho. O observatório da revista tinha o mesmo defeito, e recebeu a mesma correção.
v2026.16 · 6 de agosto de 2026
Uma versão de interface: o mesmo menu, alcançado de onde ele aparece.
No telefone, o botão do menu passou para o lado da coluna que ele abre.
- Funcionalidade O botão do menu ganhou o glifo em corpo maior, pelo mesmo motivo do botão de tema ao lado: no corpo de 0,68rem que serve ao "PT" em caixa alta, os três traços do hambúrguer ficam pequenos demais para se lerem como menu. Em repouso ele é igual aos demais controles, e a cor só entra no sobrevoo, como em toda a fileira. É o tratamento do Observatório da desinformação em saúde. Ele continua existindo só abaixo de 900 pixels de largura, que é onde a lateral deixa de ser permanente. O observatório da revista passou a usar o mesmo arranjo, e o botão de lá deixou de aparecer na faixa entre 900 e 1024 pixels, em que a coluna ainda estava de pé e ele não tinha o que abrir. E abaixo de 440 pixels o nome da plataforma passa à forma curta, "Observatório": ali o nome inteiro já não cabia numa linha e empurrava a fileira para baixo. Ela não repete "CIDI" porque a marca ao lado já escreve a palavra, e o par lido vira "CIDI | Observatório". O limiar foi medido no próprio cabeçalho, e a forma curta ocupa 90 dos 104 pixels que sobram num telefone de 375.
v2026.15 · 6 de agosto de 2026
Nada mudou no acervo do congresso: o que mudou é o agregado da irmã, que esta seção lê.
A revista cresceu de um item, e o lado dela nesta comparação foi refeito.
- Dados A base da InfoDesign foi remontada, porque o editorial do v. 23 n. 1 entrou nela um dia depois do primeiro retrato, e a colheita do OpenAlex foi refeita junto. O corpus da revista segue em 437 trabalhos, e por isso O congresso e a revista não muda de tamanho; o que se move é a participação da revista em Ciências Sociais na leitura por campo, de 43,1% para 43,0%. Reexportar um dos dois lados obriga a reexportar o outro, e é isso que esta entrada registra.
v2026.14 · 4 de agosto de 2026
Uma versão de método: o registro do que muda passa a declarar a natureza de cada mudança.
O histórico se lê por tipo, e a comparação diz de onde vem cada lado.
- Funcionalidade O histórico de versões passou a ser dado, e não prosa. Cada item traz o rótulo do que ele é, nos mesmos quatro que os observatórios irmãos usam, e cada entrada traz o dia, e não só o mês. A comparação com eles mostrou onde este registro aglutinava: sete entradas onde eles publicaram onze e doze em janela equivalente, e uma delas com dezoito itens que eram três lançamentos fundidos. As sete viraram treze, e a regra de numeração passou a dizer que cada assunto ganha o seu número ainda que dois saiam no mesmo dia.
- Funcionalidade O congresso e a revista ganhou o bloco do método, com De onde vem cada lado, que é o painel que o observatório da revista abre no fim da seção espelho. Ele diz de que casa sai cada número, por que a barra do lado da revista não clica, que a seção não é montada quando o agregado da irmã não está no lugar, e que reexportar uma das bases obriga a reexportar a outra. Ao lado dele, Como cada base foi construída diz por que caminho cada acervo foi levantado, e onde os dois divergem: a fonte editorial daqui é a listagem da editora, e a de lá é o portal do periódico. As ressalvas de alcance passaram para o mesmo bloco, onde já estavam por assunto.
v2026.13 · 4 de agosto de 2026
Uma versão de método: leituras trazidas do observatório irmão, e uma declaração sobre o que este sítio é.
O que o observatório da revista ensinou, e o exame do termo observatório.
- Funcionalidade Cada seção passa a abrir com o seu sumário, logo abaixo da leitura, levando direto ao painel. As seções ficaram longas, e algumas passam de dez painéis: quem chegava procurando um deles rolava até achar. O sumário se monta sozinho, lendo os painéis que a seção já declara, e por isso um painel novo entra nele por construção; lista escrita à mão sairia do lugar na primeira mudança. Cada painel ganha âncora derivada do título, e quem já tinha a sua mantém, porque um elo de fora que aponta para a rubrica da anatomia não pode passar a apontar para outro lugar.
- Funcionalidade Quatro leituras vieram do observatório da revista. A passagem pelo CONGIC e quanto tempo se fica, em Autoria: dos 654 que passaram pelo congresso de iniciação científica, 475 não voltaram, e a faixa de quem assina uma vez só é a maior de todas. Quais instituições assinam juntas, em Instituições, com a distância entre cada par. E, em Referências, as obras que o campo cita, resolvidas no Crossref pelo DOI impresso na própria entrada, com a que distância está o que se cita, cuja mediana é de oito anos.
- Dados Um conferidor novo prende a afirmação de leitura. O conferidor de números só alcança o algarismo escrito à mão, e sobra o que não tem número para declarar e mesmo assim depende do dado: "só dois chegam à primeira faixa", "a maior barra é a de quem passou e não voltou". São 14 afirmações declaradas e recalculadas do agregado, e o fechamento para quando uma delas deixa de se sustentar. A ideia vem do observatório da revista, e a forma muda porque o problema é outro: lá a maior parte dos números é escrita à mão, e aqui quase tudo é interpolado.
- Correção O número passou a ser escrito na convenção de quem lê. Toda contagem saía com ponto de milhar e vírgula decimal, que é o português, mesmo com a tela em inglês.
- Correção A rotina de fechamento derrubou três frases que o dado não sustentava: a afirmação geral de que a troca de taxonomia foi só de nome, o veículo que lidera entre as obras citadas, que é a própria revista do campo e não periódico internacional, e uma declaração do conferidor mais forte do que a prosa que ela guardava. Nos três casos a prosa foi corrigida, e nunca o dado.
- Funcionalidade O sítio passou a examinar o uso do termo observatório, em Sobre o projeto: continuidade, sistematicidade, indicadores, devolução e não intervenção. Ao lado dos cinco compromissos ficam as duas ressalvas de escopo: a continuidade repousa sobre manutenção individual, e as três seções assinaladas com IA excedem o escopo próprio de um observatório, porque julgam trabalho a trabalho sob rubrica declarada.
v2026.12 · 4 de agosto de 2026
Uma versão de leitura: a primeira que lê fora desta base.
Uma seção inteira para ler o congresso ao lado da revista.
- Funcionalidade Seção nova, O congresso e a revista, e é a primeira que lê fora desta base. O CIDI e a InfoDesign são as duas metades do mesmo campo, cada um com o seu observatório, e compará-los exigia abrir dois sítios. Os números da revista vêm do agregado do Observatório da InfoDesign, lido na exportação; atravessam algumas dezenas de números, e não a base. A ponte é de mão dupla: lá existe a seção espelho desta.
- Funcionalidade A seção passou de sete para quinze painéis, em quatro blocos que são as mesmas perguntas do resto do sítio: quem publica, sobre o que se fala, em que o campo se apoia e o que ele faz. Entraram quem assina nos dois lugares, os descritores que os dois declaram, os conceitos no texto integral, a leitura de um classificador de fora, os tópicos, o cânone citado e quando cada um diz o que o campo é.
- Funcionalidade A ordem da comparação passou a ser do leitor: cada painel de barras pareadas abre com quatro botões, entre eles a maior diferença, que é a pergunta que nenhum painel responde sozinho. Entraram também a dispersão contra a diagonal e o gráfico de inclinação. O congresso é desenhado no cinza da marca e a revista no azul: o que se compara é este acervo contra uma referência de fora, e duas cores de série fariam parecer duas séries do mesmo conjunto. Cada nome leva à lâmina de quem assina ou de quem é citado.
- Cobertura Três painéis cruzam listas, e neles o número é piso, e não total: as pessoas saem dos pesquisadores desambiguados daqui contra os que o agregado da revista publica, e o cânone sai dos quarenta mais citados de cada um. Cada painel declara o corte na própria dica, porque dizer quantos assinam nos dois lugares sem dizer contra que lista prometeria uma varredura que não houve.
- Correção O vocabulário da revista era lido pelo topo da nuvem dela. O campo que a exportação de lá publica com o nome de termos traz os 120 descritores mais frequentes, que é o que a nuvem desenha, e esta seção o tomava pelo vocabulário inteiro: registrava 120 descritores distintos onde a revista declara 1.316, e a interseção entre os dois vocabulários saía com 58 termos onde são 166. A revista passou a servir o vocabulário inteiro num arquivo próprio, e o número errado nunca chegou à tela, embora estivesse nos dados abertos.
v2026.11 · 4 de agosto de 2026
Uma versão de leitura: os mesmos dados, cruzados de outro jeito.
Quatro perguntas que o acervo já respondia e ninguém tinha feito.
- Funcionalidade Em Referências, quem é citado ao lado de quem. A rede de cocitação toma os quarenta autores mais citados e liga dois nomes quando eles aparecem juntos na mesma lista de referências, com 130 ligações: o que ela mostra é a estrutura do cânone, e não a sua ordem. Os quarenta têm par frequente, e nenhum sai vazado.
- Funcionalidade Em Autoria, onde cada formação assina. A posição na lista de autores não é ordem de mérito: no laboratório brasileiro quem coordena costuma assinar por último, e o painel confirma que a última posição concentra doutorado enquanto a primeira reúne quem está em formação. A leitura vem declarada no painel, porque tomar a primeira posição por liderança inverteria o sentido.
- Funcionalidade Em Eixos, a troca de taxonomia posta à prova. O congresso trocou os nomes dos eixos, e afirmar que um eixo novo é o antigo com outro nome seria leitura de nome, e não de conteúdo. O acoplamento bibliográfico mede a proximidade pela bibliografia que os trabalhos de cada eixo compartilham: Teoria e história com História e memória gráfica dá 0,645, e Comunicação com Comunicação e mídias dá 0,37, apesar do nome quase igual. Visualização da informação fica em 0,29 com o eixo mais próximo dela, no 21º lugar entre os 105 pares, distante da marca da renomeação.
- Funcionalidade Em Conceitos no texto, um painel novo pergunta se o conceito muito mencionado também é declarado. Os painéis anteriores contam menção; este confronta a menção no texto integral com a declaração em descritor, e o que aparece no fim da lista é o conceito que o campo usa sem nomear.
v2026.10 · 3 de agosto de 2026
Uma versão de correção: o que a leitura em três línguas e o peso da página escondiam.
Um diagnóstico do sítio, e o que ele encontrou.
- Correção Quem lê em inglês ou em espanhol passou a receber a plataforma inteira na sua língua. Um clique num gráfico de Geografia levava a uma listagem vazia, porque o recorte viajava com o nome traduzido da região e o acervo guarda o nome em português; a abertura dos Eixos trazia trecho e nomes presos ao português; e as etiquetas de filtro do Catálogo nomeavam a dimensão em português qualquer que fosse a língua da tela.
- Cobertura Um trabalho de 2017 que a listagem da editora não traz entrou nas contagens por congresso. Ele estava na base desde o começo, com ficha completa, e faltava-lhe apenas o que só aquela listagem informa: a que congresso pertence, em que eixo foi apresentado e que tipo de contribuição é. Sem isso, a soma do CIDI com o CONGIC dava um a menos que o acervo. O valor foi lido da paginação impressa, que nos anais de 2017 agrupa os eixos em blocos contínuos, e está registrado no método. O CIDI passa de 1.138 para 1.139 trabalhos, e as duas contagens fecham com os 1.470.
- Dados Três conferidores novos entraram na rotina de fechamento, e cada um cobre o que a auditoria não alcançava. O primeiro aplica ao acervo todo recorte que o sítio emite e exige que nenhum clique leve a listagem vazia: eram 46 cliques mortos na estreia. O segundo lê as três línguas de cada rota e compara os algarismos, para que uma frase traduzida não perca um número pelo caminho. O terceiro procura valor de vocabulário controlado preso numa língua. Os três param o fechamento quando falham.
- Correção O Tailwind saía em toda página, e o sítio não o usava. Vinham com ele 46 componentes de uma biblioteca de interface que nenhuma rota chamava. Saíram os dois, e com eles 44 dependências: o projeto passou de 52 pacotes para 8, e o que a primeira visita baixa caiu de 823 para 600 KB.
- Correção O agregado carregava uma cópia da base dentro dele. Uma matriz de correlação guardava um ponto por trabalho, com todas as medidas de cada um, e a mesma informação já viajava no arquivo dos trabalhos. O agregado passou de 524 para 284 KB, e as rubricas das camadas interpretativas saíram para arquivo próprio, carregado só por quem abre Procedimentos.
v2026.9 · 1 de agosto de 2026
Uma versão de leitura: a base passa a dizer o que a pesquisa faz, e de onde ela fala.
Uma camada nova pergunta o que a pesquisa faz, e de onde ela fala.
- Funcionalidade Seção nova, Abordagens, com dois eixos por trabalho. O primeiro é se a pesquisa mede se a informação cumpre a função dela; o segundo é se ela toma o lugar de onde fala como parte do que investiga, e esse tem três níveis: material local, posição epistemológica, ou outra abordagem. A seção é irmã da que o observatório da revista publica, e as duas se leem lado a lado.
- Dados Os três níveis do situado são a decisão que sustenta a seção. Num congresso brasileiro, "trata de alguma coisa do Brasil" não distingue nada: separar o objeto da posição é o que permite dizer que o objeto local subiu de 24,2% em 2011 para a faixa dos quarenta por cento e ali ficou, enquanto a posição saiu de um único trabalho em 2011 e chegou a 17,5% em 2025.
- Funcionalidade A avaliação não cresceu nem minguou. O eixo do desempenho oscila entre 22,9% e 31,9% ao longo de catorze anos, sem direção, e 151 trabalhos fazem as duas coisas ao mesmo tempo. A leitura das duas curvas é de continuidade: o campo manteve a pergunta pela eficácia enquanto ganhava uma pergunta nova.
- Cobertura A leitura alcançou os 1.470 trabalhos das oito edições, do resumo, em duas passagens independentes sob rubrica escrita antes. A segunda coube a um comitê de quatro juízes que nunca abriram o arquivo da primeira, e que escreveram as fronteiras difíceis antes de qualquer comparação. As duas passagens concordaram em 89,1% no desempenho e em 88,5% nos três níveis do situado, e 311 trabalhos foram ao desempate, sob sete convenções novas.
- Funcionalidade O Catálogo ganhou dois recortes, um por eixo, cada um com vocabulário próprio: o não quer dizer coisas diferentes nos dois, e um dicionário só faria a etiqueta do filtro dizer "não se situa" onde a ficha diz que o trabalho não mede.
- Dados A rubrica da orientação está publicada em Procedimentos, ao lado das outras duas, nas três línguas, com as treze convenções, o resultado por edição e o que a leitura não alcança.
- Correção Nos gráficos de linha, a calha da direita passou a caber o rótulo do último ponto do eixo: com a medida anterior, "2025" saía centrado no ponto e perdia o algarismo final na borda do desenho.
- Correção Na busca no texto integral, o trecho citado sob o título passou a receber a largura da coluna sem opinar sobre ela. Antes, cada trecho que chegava somava à largura pedida pela coluna, e a listagem ia esticando enquanto se lia.
v2026.8 · 1 de agosto de 2026
Uma versão de interface: os mesmos números, ditos de outro jeito.
A leitura da tela acompanhou a base maior.
- Funcionalidade No Catálogo, cada descritor da linha virou etiqueta que abre o recorte dele, e a linha passou a trazer o congresso, o tipo e a citação recebida em etiqueta própria. A linha inteira abre a ficha do trabalho, como já acontecia na lista de trabalhos parecidos dentro dela. Em Cruzamentos, a ordem passou a ser campos, gráfico, análise e dados, e a matriz fecha a seção.
- Funcionalidade Os procedimentos ganharam seção própria, ao lado de Sobre o projeto: as rubricas que orientaram a anatomia e as definições fechavam aquela seção como apêndice, e agora têm endereço que se pode citar numa contestação.
- Funcionalidade Os gráficos de linha saem em curva e sem marcação nos pontos, como no observatório irmão. O ponteiro sobre uma coluna lê o ano inteiro: guia, ponto em cada série e a caixa com todos os valores, que é o que um gráfico de linhas pede, porque nele o assunto é a comparação entre as séries. No mapa dos trabalhos, clicar numa categoria da legenda acende o grupo dela e apaga o resto, e o recorte fica de pé enquanto se examinam os pontos um a um.
- Funcionalidade A busca do Catálogo atravessa as línguas. Os descritores mais frequentes estão todos em português, e quem consultava em inglês não os alcançava. Uma lista de 123 termos equivalentes entre português, inglês e espanhol passou a entrar na consulta, e nunca no dado, visando alcançar o acervo em qualquer língua: a nuvem e a ficha continuam mostrando o que a autoria escreveu. Typography passou de 101 para 174 trabalhos, graphic memory de 64 para 110, wayfinding de 19 para 41, e diseño de la información de nenhum para 272. Quando a ampliação é acionada, a página diz quais formas acrescentou e oferece buscar só o que foi digitado.
- Funcionalidade Os números de abertura saíram dos cartões e entraram na frase, nos cinco lugares que os traziam em grade. Em cartão o número é uma medida solta; na frase ele diz o que a base cobre, e diz também a relação entre um número e outro. Onde o cartão levava a um recorte, como os graus de confiança da Anatomia, o número continua clicável.
- Funcionalidade O rodapé traz a marca da InfoDesign, com elo para o observatório da revista, e o rodapé de lá traz a marca do CIDI: os dois são leitura do mesmo campo, e quem chegou a um tem o outro a um clique. A frase do rodapé passou a dizer 2011, que é onde a base agora começa.
- Correção Nos mapas de rede, as duas figuras circulares foram enquadradas de novo, e agora nenhum nome encosta na borda. A leitura do ponto escolhido ficou maior, e a página vai até ela com rolagem suave quando ela está fora da tela, de modo que o clique sempre mostre a quem pertence o ponto.
v2026.7 · 1 de agosto de 2026
Uma versão de correção: entrar uma edição desacerta o que já estava contado.
O que a edição nova obrigou a refazer.
- Correção O travessão de autoria repetida, aquele "______." que quer dizer "o mesmo autor de cima", passou a receber o nome que ele abrevia. Ele estava em 294 entradas: quando abria a entrada, deixava a referência sem autoria, fora da contagem de quem o campo cita; quando aparecia no meio, denunciava duas entradas fundidas num registro só. As entradas foram de 20.322 para 20.410, e no cânone citado Twyman, Cardoso e Bonsiepe subiram de cinco a dez menções cada.
- Correção Os painéis calculados fora do site foram refeitos sobre os 1.470 trabalhos: a vocação temática por região, o efeito da sede, a autorreferência com o cânone citado, os tópicos latentes e o mapa da rede de coautoria. Eles vinham de um cálculo sobre 1.284 trabalhos, e por isso as séries traziam sete valores para oito edições. A vocação temática e o efeito da sede continuam nas sete edições com DOI, porque repousam na afiliação declarada, que 2011 não traz, e o painel passou a dizer isso.
- Dados Em Conceitos no texto, as sondas foram de dezesseis a 53, e a seção ganhou um quadro que diz o estado de cada uma: em alta, estável, em queda ou de estreia tardia, por dois cortes declarados. Com a lista maior, dez conceitos aparecem em queda, e nenhum deles é assunto que sumiu: é nome que cedeu lugar a outro, como interface para experiência do usuário e produto para artefato.
- Correção Na origem do nome citado, cânone internacional que passou pelo CIDI continua cânone. A classificação perguntava primeiro se o nome assina trabalho no congresso: Pettersson, que assina um em 2015 e é citado 69 vezes pelos livros dele, saía como gente da casa, e o mesmo acontecia com Sue Walker e Isabel Meirelles. Optou-se por deixar a lista curada decidir antes, a fim de preservar o cânone internacional, e a base decide todo o resto.
- Correção Em Citar o próprio campo não traz citação de fora, a comparação passou a cobrir os trabalhos que têm citação medida: 2011 entrava com 186 zeros, 63 de um lado e 123 do outro, o que é ausência de medida lida como ausência de citação. Assim, a leitura não muda, e agora ela é do que foi medido.
v2026.6 · 1 de agosto de 2026
Uma versão de cobertura: a base recua a 2011 e diz onde a leitura chega.
A base recuou uma edição: entrou o 5º CIDI, de 2011.
- Cobertura São 186 trabalhos, e com eles a base passa de 1.284 para 1.470 e de sete para oito edições. A série começa em 2011, e não mais em 2013.
- Dados Os anais de 2011 foram publicados em CD, pela própria SBDI, antes de a Blucher passar a depositar DOI. O que se sabe deles vem do índice do disco e do texto dos PDFs: 176 trabalhos com resumo e palavras-chave nas duas línguas, 173 com lista de referências.
- Cobertura Sem DOI, não há registro no Crossref nem no OpenAlex, e por isso 2011 não traz tópico, campo, citação recebida nem ORCID; a afiliação institucional só existe onde o próprio texto a declara. O Catálogo ganhou o recorte Procedência para separar os dois conjuntos, e as seções que dependem daquele registro dizem o que cobrem.
- Dados Os arquivos de 2011 são servidos por esta plataforma, e não por link externo: não há registro de editora para onde apontar.
- Dados Da desambiguação saiu um achado: 123 pessoas de 2011 reaparecem em edições posteriores, e 189 só existem naquela edição.
- Cobertura As camadas interpretativas alcançaram 2011. A Anatomia passou a cobrir os 1.470 trabalhos da base: os 186 da edição foram lidos um a um sob a mesma rubrica, por dois juízes, com um terceiro nos 67 casos de divergência. Em Como o campo se define, a varredura do texto trouxe dez candidatas, e uma delas é definição. As duas passagens de 2011 saíram da mesma sessão de leitura, separadas pela ordem dos trabalhos e pelo intervalo entre elas, e a concordância entre elas ficou em 74%.
v2026.5 · 29 de julho de 2026
Uma versão de leitura: a mesma base, agora legível pessoa a pessoa e por dentro do texto.
A pessoa passou a ser uma unidade de leitura, e não só um filtro.
- Funcionalidade Seção nova, Pesquisadores, com busca entre as 1.902 pessoas que assinam trabalho. Cada nome abre, no mesmo endereço, a sua passagem por edição, com quem assina, os vínculos declarados, os descritores e a lista dos trabalhos. A busca casa também com as outras formas com que a pessoa assinou.
- Funcionalidade Em Referências, a busca subiu para o alto da seção e cada autor citado ganhou a mesma leitura: quando é citado, em que eixos, por quem e em que trabalhos.
- Funcionalidade Em Eixos emergentes, o mapa dos trabalhos: os 1.284 de uma vez, cada fio ligando um trabalho aos cinco mais parecidos com ele. A cor vem do agrupamento de descritores da própria seção, que é apurado por outro caminho, e serve de contraprova de onde a semelhança e o agrupamento concordam.
- Funcionalidade Cada trabalho ganhou ficha própria, aberta pelo título na listagem: resumo, descritores, como o trabalho se apresenta, quem ele cita e o acesso ao PDF. Ela fecha com os cinco trabalhos mais parecidos, aproximados pelo que declaram, e diz o que cada par tem em comum.
- Correção O botão de voltar passou a desfazer um passo, seja ele qual for: a listagem com o recorte de pé, a pessoa cujos trabalhos se estava lendo, o autor citado, a ficha de onde se veio.
- Funcionalidade O recorte do Catálogo passou a sair de lá: dois botões levam o que estiver filtrado em CSV, com uma linha por trabalho e as camadas interpretativas em coluna, e em BibTeX, pronto para o gerenciador de referências. O arquivo leva o recorte inteiro, e não as trezentas linhas que a tela mostra.
- Funcionalidade No Catálogo, um interruptor estende a busca ao texto integral. Até aqui ela cobria título, autoria, descritores e resumo; agora alcança o corpo de 1.280 trabalhos, diz quantas vezes o termo aparece em cada um e mostra o trecho em que ele aparece. O recorte por texto compõe com os outros vinte e sete, o que permite perguntas como quem menciona eye tracking entre os trabalhos empíricos do Nordeste.
- Funcionalidade O nome virou elo onde ele aparece: no Catálogo, nos rankings nominais, nas tabelas de dados e no ponto selecionado da rede. Em tabela, a linha inteira responde ao clique.
- Dados Um arquivo novo em Dados abertos, o
pesquisadores.json, com as formas nominais reunidas, o ORCID quando existe e o período de presença. - Correção O título da aba passou a acompanhar o nome aberto, e não só a seção.
v2026.4 · 28 de julho de 2026
Uma versão de leitura: a mesma base, alcançável em três línguas.
A plataforma passou a existir em três línguas, e a rede inteira entrou.
- Funcionalidade Português, inglês e espanhol em toda a leitura: os títulos de painel, as notas, as análises, as aberturas de seção, os cabeçalhos de tabela, as descrições de gráfico para leitor de tela e o vocabulário controlado das camadas interpretativas. São cerca de 7.400 palavras de prosa e mais de setecentas cadeias curtas. O botão de idioma deixou de alternar e passou a abrir a escolha, porque alternar entre três obriga o leitor a adivinhar quantos cliques faltam. O título da aba do navegador também acompanha a escolha.
- Funcionalidade Em Colaboração, o mapa da rede inteira: os 1.902 pesquisadores de uma vez, com busca por nome, e o clique num ponto acendendo em roxo quem faz coautoria com ele. As posições são calculadas na exportação, com semente fixa.
- Funcionalidade Em Referências, busca entre os 8.215 nomes que aparecem nas listas de referências, com o recorte Cita disponível também como filtro do Catálogo.
- Funcionalidade Em Como o campo se define, as 57 definições passaram a aparecer uma a uma, reunidas por enfoque e retráteis; as que o trabalho enuncia por conta trazem quem assina, com elo para o trabalho.
- Funcionalidade Chegando ao Catálogo por um clique num gráfico, uma trilha nomeia a seção de origem e um botão devolve a ela, com o recorte de pé.
- Correção Cinco seletores do Catálogo prometiam "todos" e mostravam uma parte: passaram a dizer qual parte mostram. Onde "todos" aparece, agora a lista tem tudo.
- Funcionalidade As rubricas de classificação, no fim do Sobre, também vêm nas três línguas. Em inglês e espanhol elas trazem a ressalva de que o instrumento aplicado foi a versão portuguesa.
v2026.3 · 28 de julho de 2026
O censo fechou, e os gráficos passaram a levar ao Catálogo.
Duas camadas interpretativas completas, e o clique nos gráficos passando a filtrar.
- Cobertura Anatomia dos trabalhos deixou de ser parcial e virou censo: 1.284 de 1.284 trabalhos classificados por objetivo, delineamento, procedimentos e resultado. Cada trabalho foi lido por dois juízes independentes sob uma rubrica escrita, e onde discordaram um terceiro decidiu. A concordância entre pares ficou entre 66% e 84%, e por isso a confiança de cada classificação é declarada junto dela: 76 são de confiança baixa e devem ser tomadas como indício. A confiança qualifica o julgamento, e nada afirma sobre o trabalho classificado. Dois números resumem o que o censo encontrou: delineamento por experimento em 33 (2,6%) dos trabalhos, e evidência de efeito como resultado em 27 (2,1%).
- Funcionalidade Como o campo se define, seção nova. O texto integral foi varrido em busca da frase que diz o que é design da informação, e as 127 candidatas foram julgadas pelo mesmo protocolo de dois juízes: 57 são definições, e as demais eram menção ao termo. Enfoque, fonte invocada e o trecho na letra dos trabalhos.
- Correção O cânone citado estava errado. A lista de autores mais citados era extraída só pelo sobrenome que abre a entrada, e num corpus brasileiro isso não funciona: SILVA somava 157 citações de pessoas diferentes, e cinco dos onze primeiros eram colisão de sobrenome. A extração passou a usar sobrenome e iniciais, no padrão ABNT das próprias referências, e o maior SILVA caiu para 24.
- Correção O clique nos gráficos da anatomia não filtrava nada. Os parâmetros que eles emitiam não eram dimensões do catálogo, e o leitor caía no corpus inteiro achando que tinha filtrado. A ficha de cada trabalho passou a acompanhar o trabalho, e o Catálogo ganhou sete recortes: objetivo, delineamento, resultado, procedimento, confiança, enfoque e fonte da definição. A ferramenta de Cruzamentos foi de dezessete a vinte e duas dimensões.
- Correção Em Dados abertos, o
agregados.jsonoferecido para download não era gerado pela exportação: era cópia manual congelada, com 35 trabalhos na anatomia enquanto a plataforma já mostrava 1.284. Os dois arquivos passaram a sair do mesmo processo. - Dados A exportação ficou reprodutível: seis empates que se resolviam pela ordem de um dicionário passaram a ter critério declarado, e duas execuções seguidas produzem arquivos idênticos. Sem isso, reexecutar mudava eixos emergentes e rede de coautoria sem que nada tivesse mudado na base.
- Dados Uma dimensão saiu: desafios declarados estava prevista e nunca foi levantada, e o painel exibia "não declarado" para todos os trabalhos, o que apresenta ausência de coleta como se fosse achado sobre o campo.
v2026.2 · 28 de julho de 2026
O que mudou nesta versão, em dado e em leitura.
Camadas novas de leitura e uma correção de identidade.
- Funcionalidade Colaboração: a rede de coautoria por pares, conectores por número de coautores, articuladores por intermediação de Brandes, a curva de Lotka e a passagem do CONGIC para o CIDI.
- Funcionalidade Conceitos no texto: prevalência de dezesseis conceitos rastreados no texto integral, por edição, com os tópicos latentes obtidos por modelagem independente.
- Funcionalidade Eixos emergentes: agrupamento dos descritores por modularidade, confrontado com os eixos declarados pela organização. Os grupos apurados superaram em número os cinco eixos que o congresso declarava por vez.
- Funcionalidade Os resultados negativos entraram junto do objeto que medem: equipe maior não rende citação, em Autoria; citar o próprio campo não traz citação de fora, em Referências; e quem permanece é quem conecta, em Colaboração. A seção de cruzamentos deixou de existir como lugar separado, e Cruzamentos passou a existir para uma ferramenta: dezessete dimensões para combinar duas a duas, com tabela, gráfico e uma leitura calculada da distribuição, e cada número levando ao Catálogo com os dois recortes.
- Funcionalidade Edições ganhou as sete medidas da tabela em dois gráficos: um indexado, que põe as formas na mesma rubrica e separa o que oscila com o porte do que só cresce, e um de pequenos múltiplos, com cada medida na sua própria escala.
- Correção No Catálogo, a busca deixou de perder o foco a cada tecla, Enter passou a aplicar o recorte na hora, e o termo buscado virou etiqueta removível junto dos demais filtros.
- Funcionalidade Geografia ganhou o efeito da sede e a vocação temática de cada região; Referências ganhou a autorreferência ao longo do tempo e o cânone citado.
- Funcionalidade Sete seções institucionais: sobre o projeto, como citar, dados abertos, proteção de dados, acessibilidade, histórico de versões e contato.
v2026.1 · 27 de julho de 2026
Correções de dado desta versão: endereço direto do PDF, critério do ano da obra citada e restrição do vocabulário ao português.
Primeira publicação. 1.284 trabalhos de todas as edições do CIDI com DOI, de 2013 a 2025.
- Dados Base construída a partir do Crossref, enriquecida no OpenAlex e completada pelo texto integral dos arquivos, que forneceu resumo, palavras-chave, afiliação declarada e referências.
- Dados Desambiguação de autoria em camadas de evidência, com ORCID à frente, chegando a 1.873 pesquisadores distintos; normalização das formas declaradas de afiliação em instituições canônicas.
- Dados Separação entre CIDI e CONGIC recuperada da listagem da editora, com eixo temático, tipo de contribuição e modalidade.
- Funcionalidade Doze seções, com análise e tabela de dados em cada painel, e gráficos clicáveis que levam ao subconjunto de trabalhos que cada item representa.